De fato, com o crescente uso do mobile, os aplicativos passaram a ganhar cada vez mais força. E isso não é verdade apenas na vida pessoal, mas também dentro de empresas.

Se, antes, isso poderia ser focado exclusivamente em negócios da área de TI, hoje diferentes setores aproveitam as possibilidades oferecidas por esses recursos. Esse é o caso, por exemplo, do aplicativo corporativo.

Porém, aquele utilizado por uma empresa, certamente, não é igual ao que uma pessoa pode baixar, quando quiser, na loja do seu celular ou tablet. Reconhecer as diferenças entre apps corporativos e pessoais, portanto, é fundamental para utilizar cada um da melhor e mais adequada maneira possível.

Pensando nisso, elaboramos este post com tudo o que você precisa conhecer sobre esse assunto. Então continue lendo e confira!

O que é um aplicativo pessoal?

Como o próprio nome indica, o aplicativo pessoal serve a propósitos individuais, de acordo com a necessidade de cada usuário. Um organizador financeiro na forma de app, por exemplo, é um de uso pessoal.

Suas funções tendem a ser mais limitadas, já que servem aos propósitos de uma única pessoa. Até porque um comunicador instantâneo, utilizado de forma pessoal, não precisa oferecer a função de reunião entre centenas de indivíduos na mesma chamada.

É também chamado de customer app e, normalmente, serve para resolver questões pontuais, mas de maneira pouco estratégica. Ao mesmo tempo, é o tipo mais utilizado, já que é o consumido pelo usuário final.

Esse tipo também é construído e oferecido de jeito mais genérico. Isso faz, inclusive, com que eles sejam elaborados de forma mais geral — ou seja, uma solução que serve para todos os usuários.

O que é um aplicativo corporativo?

Um aplicativo corporativo, por sua vez, reúne diversos blocos de informações e ferramentas que ajudam a atingir um propósito de negócio. Um comunicador empresarial, por exemplo, permite que dezenas de pessoas se reúnam em uma mesma chamada, facilitando a realização de reuniões.

Também é o caso de recursos voltados à produtividade, troca de informações e até para conquistar mais vendas. Com isso, ele pode ser usado tanto internamente quanto externamente.

Um app interno pode ainda ter o propósito de facilitar a apresentação de vendas e propostas para um determinado cliente. A partir de uma construção específica, o app em questão ajuda no fechamento do negócio.

Também pode ser o caso de desenvolver um que ajude o cliente a realizar tarefas, como fazer compras ou executar ações. Nesse sentido, o app de uma loja virtual ou de um internet banking são exemplos de possibilidades desse tipo.

Dentro do conceito de aplicativo corporativo, vale frisar, há duas divisões. A primeira consiste no uso de softwares criados por terceiros, e que possuem uma versão voltada para empresas. A segunda — e mais vantajosa — consiste na construção personalizada.

Nesse caso, a empresa contrata uma especialista no assunto e define quais são os elementos que deseja, bem como as funções que deve apresentar e como ele deve funcionar. Assim, consegue gerar uma possibilidade única, específica e altamente conveniente, já que serve para atender às suas necessidades de forma personalizada.

A partir dessa construção, o empreendimento consegue ter o máximo de controle sobre as informações. É possível ter acesso aos dados mais importantes, reconhecer como acontece o uso e ter mais interação, de modo geral.

E mais: é possível ainda adicionar ferramentas, como o feedback por parte dos usuários, assim como suporte para dúvidas mais frequentes.

Quais são as diferenças entre eles?

Para tornar tudo ainda mais claro, vale a pena vermos agora quais são as diferenças mais destacáveis entre esses aplicativos. Nessa comparação, os principais pontos incluem:

  • uso: como o próprio nome indica, um é utilizado para necessidades e funções pessoais e individuais, enquanto o outro serve para atender aos propósitos e interesses de uma organização;
  • construção: enquanto o app pessoal é feito de maneira genérica, o corporativo pode ser elaborado de forma totalmente personalizada e estratégica, junto a uma empresa especializada;
  • funções: o customer app oferece menos recursos e garante o atendimento de poucas exigências. A outra opção, por sua vez, é muito capaz de atender diversas exigências por parte da empresa — inclusive, de modo a sanar problemas complexos;
  • controle: sendo desenvolvido por terceiros e usado de forma mais simples, o pessoal oferece pouco ou nenhum controle. Já o app feito, sob medida, para empresas permite uma análise completa de resultados e de uso, fazendo com que as ações sejam mais estratégicas.

Qual é o mais indicado para cada caso, afinal?

Como vimos, o app pessoal serve para atender às exigências de uma única pessoa — no máximo, a de um grupo. Dessa maneira, ele é indicado para o usuário comum que tem a pretensão de resolver a própria necessidade com ajuda desse recurso.

Já o aplicativo corporativo é voltado para o uso estratégico em empreendimentos de todos os tamanhos. Logo, dependendo de cada objetivo, ele pode servir para gerar resultados mais satisfatórios em relação aos objetivos estratégicos de negócio.

Se a empresa deseja conseguir mais clientes, pode construir um que fortalece o engajamento e a fidelização. Já se a exigência diz respeito à comunicação interna, apostar em uma opção que favoreça esse ponto é a melhor saída.

Agora, é muito importante entender que as diferenças fazem com que o aplicativo corporativo seja elaborado de modo a melhorar a satisfação a partir do uso.

Se uma pessoa decide utilizar uma opção corporativa sem que haja real recomendação, ela vai gastar muito mais do que deveria — ainda que ele já esteja pronto —, sem observar os resultados desejados.

Por outro lado, se a empresa adota um customer app, ela vai sofrer com as limitações das funções, o que vai impedir a conquista dos resultados. Além disso, vai transmitir uma sensação menos profissional, terá menos controle sobre as informações.

Enfim, a partir do entendimento dessas diferenças entre o aplicativo corporativo e o pessoal, fica mais fácil eleger a solução mais adequada para cada caso.

Sendo uma empresa de desenvolvimento de aplicativos, o mais indicado é construir o app de maneira personalizada e otimizada. Então, já que é assim, que tal fazer o seu próprio aplicativo corporativo? Entre agora em contato com a Fit Mobile e saiba mais a respeito dessa solução!

 

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Entenda as Diferenças entre aplicativo corporativo e pessoal
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Entenda as Diferenças entre aplicativo corporativo e pessoal
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Com o crescente uso do mobile, os aplicativos passaram a ganhar cada vez mais força. E isso não é verdade apenas na vida pessoal, mas também dentro de empresas.
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