Você sabe qual a importância de desenvolver aplicativos para celular? Antigamente apenas os grandes empreendimentos contavam com a opção de aplicativos como meio de comunicação, mas com o avanço da vida tecnológica é necessário que as empresas acompanhem essa chamada “transformação digital” para, assim, garantir seu diferencial competitivo no mercado.

Atualmente, independentemente do seu tipo de negócio ou orçamento disponível, é imprescindível disponibilizar uma opção de plataforma online para tornar ainda melhor a experiência de seus clientes — ou potenciais clientes. Isso garante resultados mais satisfatórios para a empresa. Mas apenas o site não é mais o suficiente.

Ao contrário do que muitos pensam, aplicativo mobile e versão mobile do site são coisas completamente diferentes. A versão mobile nada mais é do que o site comum adaptado para as telas dos smartphones, enquanto o aplicativo é um software adquirido por meio de uma loja virtual — que vai de acordo com a plataforma do celular. É importante que os aplicativos contem com ferramentas exclusivas a fim de facilitar a navegação.

Mas afinal, o que é necessário para criar um aplicativo próprio para a minha empresa? Quais metodologias são usadas? Quais aspectos que precisam ser definidos no desenvolvimento e como eles estruturam o aplicativo?

As perguntas não param de surgir, não é mesmo? Pensando nisso, colocamos abaixo as principais informações sobre como desenvolver aplicativos para celular. Leia até o final para conferir!

Desenvolver aplicativos para celular – o aplicativo

Antes de desenvolver aplicativos para celular, é necessário identificar seu cliente em potencial e compreender quais são as suas necessidades reais. Tendo isso definido, é hora de dar início ao brainstorming, que consiste em uma dinâmica em grupo com a finalidade de reunir uma vasta quantidade de ideias que não seguem nenhum tipo de regra ou padrão. Feito o brainstorming, deve-se reunir as ideias que foram mais relevantes e começar a trabalhar em cima delas de forma mais detalhada.

Desenvolver aplicativos para celular pode ser uma tarefa muito mais complexa do que aparenta, por isso o indicado é que seja realizada por empresas especializadas que contem com profissionais capacitados.

Os aplicativos são compostos basicamente por duas partes. São elas:

Painel administrativo

O painel administrativo é um software web muito semelhante a uma página comum de internet. Nele estão contidas todas as informações que serão passadas ao usuário final. Em um aplicativo de compras, por exemplo, é por meio do painel administrativo que o administrador poderá editar as informações relacionadas a preços, disponibilidade e informações técnicas. 

Aplicativo para smartphone

O aplicativo é a versão que o usuário baixa de acordo com o sistema operacional de seu aparelho celular. São eles:

Por se tratar de um software, o aplicativo ficará instalado no aparelho celular e sempre que o usuário realizar alguma ação, ele se conectará automaticamente ao banco de dados do painel administrativo para levar e/ou buscar as informações necessárias.

Modelo de negócio 

Os cuidados ao desenvolver aplicativos para celular se assemelham aos de abrir uma empresa, pois é necessário planejamento, investimento e precisa oferecer soluções para que seja obtido o retorno necessário.

Atualmente contamos com diversas opções de ferramentas e metodologias capazes de nos auxiliar nesse processo. O mais indicado é criar um modelo de negócio para aplicativo que pode ser baseado no Business Model Canvas, popularmente conhecido como Canvas.

Essa ferramenta permite que o empreendedor defina pontos essenciais, como o preço do aplicativo, se ele terá planos de assinatura, anúncios, em quais plataformas será disponibilizado, qual será o investimento, qual será a proposta de valor apresentada aos clientes, como será feita a divulgação do aplicativo, entre diversos outros pontos.

O Canvas é uma ferramenta de planejamento estratégico que permite desenvolver modelos de negócio de forma simples e intuitiva. Por meio dele será definida a forma que seu aplicativo vai criar, entregar e capturar valores, ou seja, é o modo que o app vai resolver o problema apresentado por seu cliente, estabelecendo quanto vai cobrar por isso e como será feita essa cobrança.

Ele reúne todas as ideias inicialmente captadas no brainstorming e as organiza de forma mais ordenada em uma espécie de quadro. Este, é dividido em alguns espaços que representam setores da organização.

Nesse quadro são definidos pontos como:

  • proposta de valor: é a promessa de valor a ser entregue, principal razão pela qual o cliente deve optar pelo seu produto e/ou serviço;
  • segmento de clientes: define pontos como o perfil do comprador, seus hábitos e as motivações na hora da compra;
  • canais: meios de comunicação que serão disponibilizados ao clientes para entrar em contato com a sua empresa e como receberá seu produto e/ou serviço;
  • relacionamento com clientes: aqui o projeto foca na forma de estabelecer e manter relações, na captação de novos clientes e em manter as relações já estabelecidas anteriormente;
  • atividade-chave: aqui são definidas as atividades que devem ser desenvolvidas a fim de que a empresa seja capaz de entregar a proposta de valor prometida a seus clientes;
  • recursos principais: são definidos os recursos básicos necessários para que as atividades sejam realizadas;
  • parcerias principais: são definidas as parcerias que a empresa formará para o seu melhor funcionamento. Essas parcerias podem ser na terceirização de serviços, aliança com grupos não concorrentes ou até mesmo com algum fornecedor, garantindo vantagem para ambas as partes;
  • fontes de receita: são todas as fontes que gerarão renda, seja cliente, parceria, publicidade, entre outras;
  • estrutura de custos: são os custos fixos e variáveis básicos para o funcionamento do negócio.

Tendo um modelo de negócios bem claro e objetivo, é hora de entender um pouco mais sobre os processos para desenvolver aplicativos para celular e a importância de cada um.

Estrutura de dados para desenvolver aplicativos para celular

Estrutura de dados consiste na organização de dados e algoritmos de forma coerente e racional em um modo particular de armazenamento, podendo ser em um dispositivo local ou na nuvem.

Todos os dados são representados no computador como uma sequência de bits — ou dígitos binários — onde cada bit é frequentemente representado pelos números 0 ou 1. Esta é a forma mais apropriada para utilizar os dados por meio dos circuitos digitais que podem diferenciar apenas entre dois estados — como verdadeiro ou falso, on ou off, 0 ou 1. 

Dados primitivos

Nos algoritmos criados para a realização de tarefas na computação, são utilizadas variáveis para manipular dados. Por exemplo: nome, altura, idade, peso, sexo, data de nascimento, entre outros. Existem apenas quatro tipos de dados primitivos, mas algumas linguagens subdividem em mais tipos de dados, de acordo com a necessidade da variável.

Na maior parte dos casos, a fim de aprimorar a utilização da memória, cada uma dessas variáveis armazenam apenas um tipo de dados.

A variável idade, por exemplo, deve armazenar apenas números inteiros — sem casa decimal —; na variável peso já é indicado inserir casas decimais; a variável nome deve armazenar apenas textos; e na variável sexo pode conter apenas opções pré-definidas (como “M” ou “F”, “Masculino” ou “Feminino”). Isso facilita na utilização, evitando que ao clicar para preencher a idade, o cliente se depare com uma caixa de textos, ao invés de um teclado numérico.

Ou seja, de modo geral os tipos de dados primitivos são:

  • inteiro: valores numéricos inteiros positivos e negativos sem casa decimal;
  • real: valores numéricos positivos e negativos com casa decimal — conhecidos também como ponto flutuante;
  • lógico: representa opções já pré-definidas, assumindo apenas dois estados — verdadeiro ou falso, 0 ou 1, masculino ou feminino;
  • texto: representa uma sequência com um ou mais caracteres.

Em algumas linguagens de programação, esses tipos primitivos são divididos de acordo com o espaço que a variável necessita. Por exemplo, na linguagem Java o tipo de dados “inteiro” é subdividido em 4 tipos primitivos — byte, short, int e long. Mas as divisões são feitas de acordo com as particularidades de cada linguagem de programação utilizada. O principal objetivo é conseguir potencializar a utilização da memória.

Metodologia Scrum e Agile 

Como o próprio nome já indica, a metodologia Agile é utilizada a fim de tornar mais ágeis os processos empresariais, especialmente os de desenvolvimento de sistemas.

Dentre as metodologias ágeis, a mais utilizada é a framework Scrum. Ela permite um controle mais eficiente das atividades realizadas, incentivando um trabalho das equipes com foco em um objetivo comum.

Além de aprimorar as definições das metas, o Scrum tem sido adotado por grandes empresas como uma forma de trabalho que garante ao projeto a geração de valor.

O Scrum possui três pilares fundamentais:

  • transparência: consiste na transparência dos processos, requisitos de entrega e status;
  • inspeção: é realizada uma inspeção constante de tudo que está sendo realizado na empresa;
  • adaptação: consiste na adaptação tanto do processo, quanto do produto às mudanças.

A transparência do Scrum é muito evidente, todos têm conhecimento dos requisitos, dos processos e do andamento dos projetos. O tempo todo é inspecionado o que está sendo feito no projeto, seja nas reuniões diárias ou no sprint review.

Você pode ver a adaptação do Scrum de duas formas: primeiro que o produto que está sendo consumido no projeto sofre adaptação constante conforme as mudanças vão acontecendo e, segundo, que desde que preservados os valores e práticas, você pode adaptar o processo do Scrum para a realidade da sua empresa.

Além dos três pilares, temos as práticas fundamentais

  • papéis: Scrum Master, Product Owner e Dev Team
  • eventos: planejamento, execução, revisão e retrospectiva do sprint e reuniões diárias;
  • artefatos: product backlog, sprint backlog e entrega parcial do produto.

Vamos entender um pouco mais sobre cada um:

Papéis

Product owner

Ponto central com poderes de liderança sobre o produto. Ele é o único responsável por decidir quais recursos e funcionalidades serão construídos e qual a ordem em que eles devem ser feitos. É responsabilidade dele manter e comunicar a todos os outros participantes uma visão clara do que a equipe está visando buscar no projeto. É ele quem prioriza os itens do product backlog.

Scrum master

É responsável por ajudar a todos os envolvidos a entender e abraçar os valores, princípios e práticas do Scrum. Ele tem que conhecer muito bem o Scrum. O papel dele é agir como um coach, executando a liderança do processo e ajudando a equipe a desenvolver sua própria abordagem do Scrum. Cabe destacar que o Scrum master também tem o papel de facilitador, não sendo, portanto, chefe de ninguém.

Dev Team

São as pessoas que de fato vão construir o projeto. No Scrum, quem decide como fazer as coisas é o time e não o gerente ou qualquer outra pessoa. A ideia principal é que a equipe se auto-organize para determinar a melhor maneira de realizar um trabalho para atingir a meta estabelecida pelo product owner.

Dinâmica do Scrum

Tudo deve começar com a visão do produto. O product owner é o responsável por prover esta visão, que pode ser um business case ou qualquer outro tipo de macro planejamento, o importante é que descreva o que ele quer e onde quer chegar. Em seguida, deve-se desmembrar essa visão em todas as funcionalidades que são necessárias. Esta lista de funcionalidades é chamada de Product Backlog.

O scrum master atuando como coach auxilia o product owner nessa tarefa. Estas funcionalidades são ordenadas por prioridade. Entenda prioridade como aquilo que agrega maior valor ao negócio.

Essa priorização é responsabilidade do product owner. Para fazer isso, novamente não tem um template ou um modelo, ou qualquer definição específica de como fazer. Algumas pessoas fazem isso no excel, outras usam um sistema específico. O importante é ter, de alguma forma, uma lista de requisitos a ser priorizada.

O projeto é planejado em sprints que são períodos de tempo onde alguns itens, selecionados do product backlog, serão construídos e entregues. Para planejar os sprints, devemos obedecer a uma outra regra básica do Scrum, que são os eventos de duração fixa — também chamados de time-boxed.

O que isso quer dizer? Que o ideal é que todos os sprints tenham uma duração fixa e equivalentes. Normalmente os sprints têm duração entre duas e quatro semanas.

Antes de cada sprint começar, é feita uma reunião de planejamento dos sprints, também chamada de Sprint Planning, onde é criado o backlog da sprint. Com base na capacidade e velocidade da equipe do Scrum, são definidas quantas funcionalidades podem ser completamente construídas no tempo do sprint.

Vamos entender então como funciona essa dinâmica:

Primeiro, no backlog priorizado, são selecionadas as funcionalidades que serão feitas durante o sprint. Depois do término do sprint, é esperado que o incremento do produto seja entregue. Se for um sistema, uma parte funcionando do sistema deve ser entregue neste momento.

Conforme os incrementos de produto vão sendo entregues, o product owner pode verificar a necessidade de mudanças. Essas mudanças devem também ser inseridas no backlog com sua devida prioridade. Esse processo será repetido até que todo o backlog seja construído e o produto final esteja pronto.

Todo dia é feita uma reunião de 15 minutos em que cada participante do time deve responder a três perguntas básicas:

  • O que eu fiz ontem que ajudou o time a atingir a meta do sprint?
  • O que eu vou fazer hoje para ajudar a atingir a meta do sprint?
  • Existe algum impedimento que não permita a mim ou a alguém do time atingir a meta?

Ao responder essas três questões, todos conseguem avaliar de uma forma geral como está progredindo o trabalho do sprint.

Códigos e funcionalidades

Chegou o momento de desenvolver a plataforma do aplicativo. Para realizar a codificação dos sistemas, é necessário uma IDE (Integrated Development Environment), isto é, um ambiente adaptado para o desenvolvimento do software.

O ponto mais importante em desenvolver aplicativos para celular é a identificação da melhor plataforma para atender ao público do aplicativo. Uma possibilidade é optar por uma IDE capaz de gerar código para várias plataformas ou uma IDE híbrida — um aplicativo que é metade web e metade nativo.

É importante lembrar que cada sistema operacional mobile utiliza uma linguagem específica que exige atenção no momento de desenvolver o aplicativo.

As linguagens são:

  • Android: linguagem Java;
  • iOS: linguagem Swif /Objective-C;
  • Windows Phone: linguagem C#.

Design de interfaces

Esta etapa compreende pontos como a criação das telas do aplicativo, o layout e o funcionamento do fluxo de navegação. Aqui é o momento onde é feita a criação do wireframe.

Wireframe é uma espécie de esqueleto de um projeto, um protótipo, ou seja, uma versão bastante primitiva do visual que o app terá quando pronto. Nele são criadas imagens estáticas que representam os elementos fundamentais da interface, como as páginas e a forma de relacionamento entre elas.

Antes de desenvolver aplicativos para celular, o wireframe pode ser criado até mesmo com lápis e papel, mas o indicado é que desde o início seja feito em uma ferramenta digital para garantir os elementos visuais.

O design do aplicativo é uma das principais informações para o usuário, afinal, é o primeiro contato dele com a ferramenta desenvolvida. Por mais que a funcionalidade seja perfeita, de pouco vai adiantar se o design da interface não for bem planejado e executado.

Preocupar-se com a aparência do aplicativo é uma forma de conquistar os clientes e garantir a satisfação, além de tornar útil a tecnologia criada.  Ao contrário do que muitos pensam, é de suma importância proteger a propriedade intelectual de aplicativos, seja pelo seu design ou funcionalidade apresentada.

Integração de ferramentas

Depois da definição das estruturas de dados do aplicativo e do design da interface, é necessário verificar quais ferramentas serão primordiais para a realização das análises de resultados e controle do uso do aplicativo.

Ferramentas para testes, análise de acesso, consistência de dados, gestão de erros e banco de dados online são essenciais para compreender o comportamento do usuário, a fim de avaliar quais funcionalidades do aplicativo são realmente úteis.

A integração com outras plataformas ajuda também a escalar o aplicativo, viabilizando a inserção de outras ferramentas como as de geolocalização, pagamentos, downloads, tratamento de imagens, entre outras que se mostrarem necessárias.

Utilizar destas ferramentas para desenvolver aplicativos para celular auxiliam no processo de detecção de falhas em tempo real e à elaboração de relatórios dos problemas, tornando possível corrigi-los de forma mais ágil e com maior objetividade.

Realização de testes

Depois de desenvolver aplicativos para celular, ou melhor, depois de ter desenvolvido o projeto do aplicativo, você já tem uma versão próxima da final e chegou o momento de realizar testes para conferir se tudo está funcionando da maneira correta e detectar possíveis falhas de programação.

Esse é o momento de analisar com calma o resultado final do processo e essa etapa conta com diversas opções de ferramentas para auxiliar nessa tarefa.

É importante testar todas as conexões, funcionalidades das ferramentas integradas e verificar se o fluxo do usuário corresponde com o propósito do aplicativo. Os testes são fundamentais para que seu aplicativo seja lançado de forma impecável. Então, não economize nas anotações e ajustes.

Atualização e novas funcionalidades

Por mais que seja entregue uma versão para o cliente considerada completa, ela nunca estará realmente finalizada. É preciso adaptar as ferramentas, design, funcionalidades e outros diversos pontos de acordo com as necessidades apresentadas pelos clientes.

Essas alterações só poderão ser percebidas durante o uso do aplicativo, pois nem tudo pode ser definido antes da criação ou durante o processo de testes.

Além disso, com a evolução tecnológica é esperado que surjam novas possibilidades e ferramentas todos os dias, tornando essencial que seja feita a adaptação, para garantir que o aplicativo acompanhe essas mudanças, proporcionando sempre a melhor experiência e satisfação ao cliente.

A maioria dos aplicativos começam com versões que contam com poucas funcionalidades e vão crescendo gradativamente com o passar do tempo. É preciso fazer um documento de especificação, detalhando a inclusão de determinadas funções e realizar um constante acompanhamento da organização estrutural do app, incluindo e/ou removendo ferramentas e aplicações de acordo com as necessidades apresentadas pelos usuários.

Desenvolver aplicativos para celular é uma tarefa bem complexa e que exige amplo conhecimento da área, a fim de proporcionar sempre a melhor experiência para os usuários, além da capacidade de correção de possíveis falhas apresentadas. Caso contrário, será um investimento em vão que não apresentará nenhuma vantagem para a empresa.

Daí a importância de procurar sempre uma empresa especializada e que conte com profissionais capacitados e que sejam capazes de traduzir as necessidades dos clientes, apresentando sempre as melhores opções e oferecendo o suporte necessário em todas as etapas do processo.

Agora que você já sabe como desenvolver aplicativos para celular, confira esse artigo sobre gamificação nas empresas e aprenda como melhorar os resultados dos times de vendas e marketing!

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Como desenvolver aplicativos para celular?
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Como desenvolver aplicativos para celular?
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Você sabe qual a importância de desenvolver aplicativos para celular? Atualmente, independentemente do seu tipo de negócio ou orçamento disponível, é imprescindível disponibilizar uma opção de plataforma online para tornar ainda melhor a experiência de seus clientes — ou potenciais clientes.
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