O investimento na tecnologia corporativa deixou definitivamente de ser algo adotado apenas pelas empresas que pretendiam “olhar para o futuro” e se tornou, nos últimos anos, um requisito de sobrevivência no mercado. Inclusive, uma pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que a área de TI representa, em média, 7,5% do orçamento de uma companhia. E essa cifra não para de aumentar ano após ano.   

Cada vez mais os gestores têm entendido que a tecnologia pode ser um diferencial para ajudar a oferecer soluções para problemas que simplesmente não podem ser resolvidos (com eficiência, rapidez e segurança) de forma manual, seja por um técnico ou toda uma equipe, por mais capacitada que seja.  

Se você ainda é reticente em investir em tecnologia para a sua empresa ou acha que as soluções disponíveis não se encaixam no seu tipo de negócio, não deixe de ler todas as nossas dicas e explicações sobre o porquê de a tecnologia corporativa ser a revolução que você precisa promover na sua empresa. Afinal, este conteúdo foi feito para você.

Boa leitura!

A tecnologia corporativa

Se o uso da tecnologia já é realidade na maior parte das empresas, isso se deve a uma trajetória de desenvolvimento de produtos e processos que culminaram nas soluções atualmente disponibilizadas.

De acordo com Peter Keen, a história da tecnologia corporativa pode ser dividida em quatro momentos distintos: processamento de dados, sistemas de informação, inovação e vantagem competitiva e, por fim, integração e reestruturação do negócio. Veja mais detalhes a seguir:

Era do processamento de dados

Começou na década de 60 quando os computadores — ainda máquinas gigantes que ocupavam um espaço considerável na empresa — começaram a se tornar mais importantes, sobretudo para as grandes empresas.

Pela incipiência do negócio, os usos eram bastante limitados e as aplicações das máquinas tinham que ser desenvolvidas conforme a realidade de cada empresa, pois não existiam softwares ou pacotes de soluções prontas como as de hoje. Não havia como integrar sistemas mesmo dentro de uma mesma empresa. 

Era dos sistemas de informação

A partir da metade da década de 70, os dados brutos gerados pelas empresas começaram a ser transformados em informação, graças às recentes melhorias tecnológicas, como a maior flexibilidade das máquinas e a criação de gerenciadores de bancos de dados.

Dessa forma, as informações confiáveis passaram a ser mais facilmente compreendidas, o que favorecia a tomada de decisão com base em dados concretos.  

Era da inovação e da vantagem competitiva

Na década seguinte, o termo Tecnologia da Informação (TI) começa a ser mais difundido. As grandes e pesadas máquinas da era do processamento de dados se transformaram em microcomputadores e uma série de inovações que hoje está presente na maior parte das empresas, começava a ganhar forma.

Dentre elas, podemos destacar os Centros de Suporte ao Usuário (CSU), que permitiam um atendimento mais eficiente ao cliente para o esclarecimento de dúvidas, e os primeiros programas de auxílio ao gestor. 

Era da integração e reestruturação do negócio

A partir da década de 90, a integração dos sistemas se tornou global, assim como a importância da TI e a difusão do computador dentro das corporações. Essa maior facilidade na troca de informações permitiu a otimização dos processos de uma empresa. Ao mesmo tempo, o avanço das telecomunicações rompeu com as barreiras impostas pelo tempo e pelo espaço, afetando significativamente todas as áreas de negócio, de forma global. 

Embora o autor não tenha analisado a nova era das Tecnologias de Informação e Comunicação nas empresas a partir do século XXI, podemos destacar alguns aspectos que têm revolucionado os mais diversos mercados, entre eles, a questão da mobilidade, com as vantagens trazidas pelos dispositivos móveis, smartphones, tablets e outros equipamentos. 

Importância da tecnologia nas empresas

A evolução da tecnologia dentro das corporações não se limita ao mobile. Em outras palavras, é mais uma etapa na fase de transformação tecnológica que impacta o dia a dia das empresas. Se analisarmos pelo ponto de vista histórico, de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, até os dias atuais, as corporações (sejam elas grandes, médias ou pequenas) sempre precisaram se adaptar às novidades e inovações tecnológicas.

Se antes a invenção da máquina a vapor mudou os processos de produção e as linhas de montagem deram mais velocidade e dinâmica para a fabricação de produtos, o que temos hoje são as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) derrubando fronteiras de tempo e espaço e permitindo experiências aos consumidores em tempo real, independentemente de onde ele esteja. 

Outro aspecto que devemos levar em conta é que as tecnologias passaram a ser usadas não apenas para inovar os produtos entregues ao consumidor, mas também para mudar práticas e processos dentro das próprias empresas. Com isso, os gestores passaram a ter, em mãos, uma série de ferramentas e aplicações que os ajudam na tomada de decisões. 

Há alguns anos, por exemplo, os gestores de empresas que não podiam investir muito em pesquisas com consumidores, tinham que buscar soluções para seus problemas com base no seu “feeling”. Hoje, isso não é mais necessário, pois dispõem de uma série de novidades que tem como objetivo auxiliar a gestão corporativa.

Dessa forma, questões como “onde e como investir”, “que mudanças realizar em um determinado produto” ou ainda “como economizar nos gastos internos” passaram a ser respondidas com base em dados concretos e acessíveis.  

O mercado atual da tecnologia corporativa

Durante a Revolução Industrial, as grandes fábricas precisavam investir na aquisição e fabricação de grandes máquinas para dar maior agilidade à sua produção e, dessa forma, aumentar as vendas e lucros com a maior quantidade de produtos fabricados. As necessidades de investimento, claro, foram mudando ao longo do tempo, tanto porque a sociedade mudou, como pelo fato de novas tecnologias terem sido criadas e em um ritmo mais veloz.

Não importa a época, as tecnologias sempre foram criadas e utilizadas para suprir lacunas que fazem parte da vida das próprias empresas e que seriam muito mais difíceis de serem resolvidas sem elas.

Destacamos três soluções que têm sido largamente utilizadas nas mais diversas áreas:

ERP — Enterprise Resource Planning   

Também conhecido no Brasil como Sistema de Gestão de Empresas, é um software que tem como objetivo principal otimizar a gestão corporativa por meio da integração de informações de todas as áreas de uma empresa. Dessa maneira, em vez de ter que recorrer ao departamento de pessoal para ter detalhes sobre a política salarial e os benefícios de uma determinada equipe ou ao financeiro para saber a previsão de orçamento do mês, o gestor terá acesso a essas informações na tela do seu computador.

Embora cada empresa tenha sua particularidade, um ERP é capaz de agregar uma série de informações relevantes: do faturamento à contabilidade, das compras ao fluxo de caixa e até mesmo das vendas ao controle de estoque.

Aplicativos mobile

O desenvolvimento de aplicativos mobile tem movimentado o mercado de TI em todo o mundo. De olho na mudança de perfil do consumidor, empresas dos mais variados segmentos têm apostado nos apps para aumentar as vendas e intensificar o relacionamento com os clientes.

Uma pesquisa feita pela Associação da Indústria das TIC (CompTIA) revelou que sete em cada dez empresas fizeram algum tipo de investimento em mobile para solucionar uma demanda. O mais importante das soluções de mobilidade, como no caso de aplicativos para smartphones é que há uma série de benefícios que podem ser explorados:

  • Reforço de marca;
  • Intensificação das ações de marketing;
  • Engajamento e fidelização de clientes;
  • Aumento da competitividade e inteligência de mercado;
  • Maior produtividade da equipe;
  • Aumento das opções para clientes.

Gestão de banco de dados

Cada vez mais empresas têm se voltado para analisar informações que sempre estiveram a seu alcance, mas não eram utilizadas da melhor maneira: os dados de clientes. Seja no momento de realizar uma venda, seja na atração de clientes ou no pós-venda, todas essas informações podem ser úteis para aumentar a fidelização e garantir mais vendas no futuro.

Esse volume de dados gerado ao longo do tempo, tem se transformado em um conjunto de informações acessíveis, podendo ser uma fonte praticamente inesgotável de possibilidades. A partir dos dados o gestor consegue direcionar estratégias de marketing, traçar metas de venda e ampliar a base de consumidores.   

A tecnologia corporativa e as vendas online

Com o acesso à internet, a popularização dos computadores e, mais recentemente, dos smartphones e tablets foi responsável por alterar o perfil do consumidor em todo o mundo, o que obrigou as empresas a investir em novas soluções tecnológicas para não serem engolidas pela modernidade. 

Somente no Brasil são 168 milhões de smartphones em uso e a previsão é de que até o ano que vem esse número chegue a 236 milhões. Ou seja, mais de um por habitante. Outro dado impactante mostra a mudança do perfil da população e, consequentemente, dos seus hábitos de consumo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o smartphone já é o principal meio de acesso à internet no país. 

Baseado nas respostas dos brasileiros à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), em 2014, o levantamento mostra que pela primeira vez o celular esteve à frente do computador como equipamento utilizado para o acesso à internet em mais da metade dos 67 milhões de domicílios brasileiros (54,9%).

Isso tem a ver com a maior popularização da banda larga móvel, presente em seis de cada 10 casas brasileiras — um aumento de 19,3% com relação ao ano anterior. 

E o que a popularização do acesso à internet por dispositivos móveis tem a ver com a tecnologia corporativa? Tudo. Todos esses índices têm a ver com a mudança no perfil do consumidor, que não acontece somente no Brasil, mas em todo o mundo.

Os números da tecnologia corporativa

Se, no século XX, o consumidor precisava ir até uma loja física para adquirir um produto e a pesquisa de preços era feita depois de muita caminhada, no século XXI, é tudo virtual. Isso foi traduzido pela 2014 Global Consumer, uma pesquisa global sobre hábitos de consumo. Segundo ela:

  • 94% das pessoas utilizam ao menos um canal digital para pesquisar sobre produtos;
  • 54% delas usam principalmente os dispositivos móveis em suas buscas;
  • 64% dos consumidores esperam maior interação digital com as empresas;

A pesquisa também identificou quatro perfis principais de consumidores.

  • O tradicional é aquele que ainda contam com os canais tradicionais, mas, de toda forma, ainda deixam vestígios digitais por onde passam;
  • O experimental, por sua vez, se envolve, ainda que esporadicamente, com os meios digitais para buscar benefícios com essa experiência;
  • O transitório já percebe que é necessário fazer uma alavancagem do meio tradicional para o online, mas nem sempre consegue;
  • Por fim, o digital savvy é aquele consumidor para o qual o digital faz toda a diferença e está presente em sua vida o tempo todo. 

Se o consumidor migrou para o ambiente digital e dois terços cobram as empresas para que elas também respondam no online, está mais que provado que essa revolução tecnológica é essencial para a sobrevivência de qualquer negócio, certo? 

8 tendências de tecnologia para empresa

1. Realidade aumentada

Há alguns anos, a realidade aumentada promete entrar de vez na vida das pessoas. Depois da febre gerada pelo Pokémon Go, parece que as empresas enfim passarão a investir de forma mais agressiva nessa solução. De acordo com a International Data Corporation (IDC), 25% das empresas irão investir em negócios baseados em realidade aumentada.  

2. Cloud computing

Imagine guardar em um servidor centenas de milhares de informações geradas todos os dias pelos diversos departamentos de uma empresa? Além da dificuldade de armazenamento, o risco de que esses dados sejam perdidos por conta de um problema técnico ou mesmo um roubo ocasionado por um ataque inesperado é alto.

Nesse sentido, a computação em nuvem — hoje uma tendência nas grandes, médias e pequenas empresas —, surge cada vez mais como uma solução que permite acesso e compartilhamento de informações em qualquer lugar e a qualquer momento sem a necessidade de uma estrutura física na sua empresa para armazená-las.

Além da maior economia de recursos e maior segurança, a cloud computing também oferece maior eficiência, versatilidade e facilidade para colaboração entre profissionais.  

3. Internet das coisas

Essa é outra aposta que vem de anos e parece estar cada vez mais próxima de se tornar uma realidade palpável. De modo geral, a internet das coisas trata sobre a conexão de diversos dispositivos uns com os outros. E isso tem se tornado cada vez mais comum. Alguns exemplos são os carros autônomos operados por softwares e as casas inteligentes que ainda estão por vir, com seus equipamentos acionados por meio de um smartphone. 

4. Deep Learning

É uma tendência com a evolução dos serviços de armazenamento de dados em nuvem. De acordo com especialistas, com o aumento da tecnologia de cloud computing, a inteligência artificial pode ser direcionada para a produção de resultados de forma cada vez mais veloz.

Isso irá evoluir para o Deep Learning (aprendizagem profunda), em que a máquina será utilizada a operar diversas camadas de redes sobre um mesmo problema, como a identificação de imagem ou a análise preditiva. 

5. Colaboração móvel

A ideia de abandonar a noção de escritório também é uma tendência para o mercado corporativo, sobretudo no Brasil. Uma pesquisa demonstrou que os gestores brasileiros são bastante receptivos à ideia de ter funcionários trabalhando remotamente.

O levantamento feito pela Polycom em diversos países aponta que 85% dos brasileiros ouvidos acreditam que seus funcionários são mais produtivos fora do ambiente corporativo e que oito em cada dez tem a oportunidade de realizar reuniões e outras formas de trabalho por meio de dispositivos móveis. 

6. Aplicativos inteligentes

Aliando a praticidade dos aplicativos com a tecnologia da inteligência artificial, empresas podem começar a investir em ferramentas como os assistentes pessoais virtuais (VPA), responsáveis por realizar as tarefas de competência de uma secretaria, tornando seus usuários mais focados em conteúdos e compromissos mais importantes.

Há ainda, uma variação para os clientes (chamados de VCA) que são mais voltados para a realização de tarefas de suporte e de vendas. Especialistas apontam que, dentro de uma década, todo app terá incorporado algo de inteligência artificial. 

7. Machine learning 

Apesar de apenas 8% das empresas investirem no aprendizado de máquina, esse é um assunto que vai crescer vertiginosamente nos próximos anos. Alimentar as máquinas com dados e extrair possibilidades permite uma infinidade de aplicações nas mais diversas áreas.

Um exemplo é a IBM, que vem desenvolvendo sua plataforma Watson, até mesmo para ajudar no diagnóstico de pacientes com câncer. Quem sabe, em alguns anos, a machine learning não consiga também ajudar a prever o futuro?

8. Videoconferência

Nem só de megainvestimentos vive a tecnologia. Tendo isso em mente, você sabe dizer qual é a tendência para a tecnologia corporativa no caso das pequenas e médias empresas? De acordo com a Polycom, pode ser a videoconferência. Com a maior aceitação ao trabalho móvel em todo mundo, será necessário desenvolver plataformas de áudio e vídeo capazes de conectar pessoas em locais diferentes com qualidade e oferecer novos serviços a esses profissionais. 

Por que apostar na tecnologia corporativa

A tecnologia no ambiente corporativo, ao contrário do que se imaginava há alguns anos, não tem o objetivo de substituir pessoas. Pelo contrário, as ferramentas tecnológicas têm como principal finalidade tirar do indivíduo o trabalho que pode ser feito automaticamente e proporcionar a ele ocupações que tenham muito mais a ver com uma função estratégica do que meramente burocrática e automatizada. 

Essa é a verdadeira tendência já identificada pelas principais companhias espalhadas por todo o mundo. Afinal de contas, por que não delegar a um software a gestão de informações e o cruzamento de dados que demorariam uma eternidade para serem feitos por uma equipe de profissionais (e com alta possibilidade de erros)?

No entanto, ao contrário da máquina, somente o profissional capacitado tem a competência para, a partir dos dados fornecidos pela tecnologia, pensar em soluções, testá-las, aplicá-las, corrigi-las e analisá-las sob o ponto de vista da ideia inicial. Essa capacidade intelectual nunca será tirada de um bom profissional, que seguirá sendo o diferencial de cada empresa.

Aposte na solução que fará diferença para a sua empresa

A velocidade na evolução tecnológica, com a obsolescência de equipamentos e o surgimento de novas facilidades a cada dia, nos dá a impressão de que nunca houve tanta oferta de tecnologia e que, de certa forma, seremos tragados por esse mar de novidades. Principalmente, se não estivermos conectados constantemente. 

Nesse contexto, é verdade que hoje parece haver uma solução para cada tipo de problema enfrentado por uma empresa. Se o gestor gasta muito tempo para entender os processos de cada área da empresa, possivelmente, há um sistema de gestão automatizado que vai facilitar o seu trabalho. Se a empresa busca maior engajamento com seus clientes e deseja conhecê-los melhor, também é provável que um aplicativo possa resolver o problema.

No entanto, você não deve sair contratando todo e qualquer serviço tecnológico sem uma avaliação prévia, porque dificilmente isso se traduzirá nas soluções que você busca se feito dessa forma.

Tendo isso em vista, é fundamental analisar as características de sua empresa, estudar os dados gerados interna e externamente, identificar os gargalos e, a partir daí, buscar uma solução no mercado que resolva seus problemas. Afinal, ao invés de sermos escravos da tecnologia, devemos usá-la para que ela trabalhe a nosso favor.    

Conclusão 

Ao longo desse texto buscamos mostrar como é que a tecnologia influenciou, segue influenciando e ainda vai influenciar as corporações de um modo geral. Não importa a época, se na Revolução Industrial ou na Era da Tecnologia da Informação, o homem criou uma série de ferramentas para ajudar a alcançar os resultados que buscava. Seja na ampliação da capacidade de produção, seja na diferenciação de seu serviço por meio da inovação. 

Ou seja, apostar nas tecnologias e fomentar a inovação dentro da própria empresa pode ser definido, sem nenhum exagero, como uma forma de sobrevivência no mercado. 

Hoje em dia, as constantes mudanças nas áreas de TI e da comunicação têm possibilitado verdadeiras revoluções nas empresas preocupadas em melhorar formas, processos e sistemas. O principal é ficar antenado às novidades que surgem a todo o instante e apostar naquilo que fará o diferencial para a sua realidade. 

Gostou de conhecer um pouco mais sobre tecnologia corporativa e como elas são utilizadas nas grandes empresas? Esses e outros conteúdos estão disponíveis aqui no nosso blog. Para acompanhar de perto e receber nossos artigos em primeira mão, basta assinar a nossa newsletter. Até a próxima!

 

Avaliações
  • Artigo
5
Resumo do Artigo
Descubra tudo sobre tecnologia corporativa para grandes empresas
Título do Artigo
Descubra tudo sobre tecnologia corporativa para grandes empresas
Descrição
O investimento na tecnologia corporativa deixou definitivamente de ser algo adotado apenas pelas empresas que pretendiam "olhar para o futuro" e se tornou, nos últimos anos, um requisito de sobrevivência no mercado. Inclusive, uma pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que a área de TI representa, em média, 7,5% do orçamento de uma companhia. E essa cifra não para de aumentar ano após ano.   
Autor
Empresa
FIT Mobile
Logo Empresa